CONTO XXIII

A mente humana é um labirinto de sentimentos, idéias e instintos, um pseudo-ecossistema de criaturas rejeitadas e escondidas, uma imensa teia tecida por tudo e nada ao mesmo tempo, esse equilíbrio não é perfeito, é alucinógeno, dramático e insano, muitas vezes os problemas consequentes da vida só são enrolados pelos fios da teia, um emarilhado psicótico se forma e posteriormente problemas psicológicos e físicos também.

Todos temos problemas, somos envolvidos por nossa imperfeita mente maluca, mas porque focaram as atenções em um garoto de um cidade que era reservado e quieto? Ele tinha seus problemas psiquiátricos mas era controlado, mas ele não conseguia viver a sua vida porque as outras pessoas focavam suas inseguranças nele. Ele não podia escutar suas músicas, nem usar suas roupas, nem ser como realmente era, nenhuma argumento sustentava aquela situação, a não ser os já ditos antes.

Em um fatídico dia, ele foi metaforicamente crucifixado, humilhado pela coordenadora do colégio que era funcionária dele

Eu não suporto este moleque, sempre com essas roupas esquisitas, com esse fone no ouvido, vive calado e olhando pro nada, tá desviando a boa conduta da escola, os pais dessa coisa deveriam corrigi-lo com surra, porrada por cima de porrada até isso virar gente…

Foi a gota d’água, mesmo, como se todos os dias ruins de sua vida viessem de uma só vez, tudo de ruim, tudo de negativo o bateu de frente e nocauteou. Usando as últimas forças ele se trancou no banheiro e deitou naquele pútrido chão e chorou durante um longo tempo, ele ficou tanto tempo no banheiro que só saiu quando a perícia chegou. Bem, a perícia não veio para tirar-lo do banheiro, veio para investigar o homicídio em série que havia ocorrido durante o tempo que ele estava no banheiro.

As causas do homicídio foi envenenamento da água e da comida, no começo, a investigação achou que tinha sido o garoto era o principal suspeito, mas nenhuma prova ligava o garoto ao crime, pelo menos uma prova deste mundo.

05.18.12 ♥ 0

CONTO XXII

Parecia um mundo mágico, uma pequena cidade que em todas as noites de sexta chovia rosado, era a cena perfeita para os casais apaixonados e para qualquer um que queria se sentir feliz, as gotas caiam nos telhados das casas e escorriam pelas ruas fazendo mini-córregos azuis. Mas ninguém sabia qual era a explicação cientifica para o fenômeno muitos cientistas já foram lá e não descobriram a razão da causa, os populares depositavam todos os créditos em uma moça que viveu apaixonada por outra moça e que não podiam namorar, mas de fato não era isso.

Um pequeno cientistas tinha suas teses sobre este fenômeno, mas já se deduz, ele era novo demais e esquisito por isso ninguém prestava atenção no que ele dizia, então ele se dedicou mais e conseguiu uma prova sobre aquele fato. A cor da chuva era proveniente de um pigmento encontrado exclusivamente em uma espécia de flor endêmica que de sete em sete dias liberava o pigmento na principal fonte de vapor d’água da região.

Ele tentou convencer os moradores a ver onde é que as flores brotavam mas não foi ouvido, então, em uma tentativa desesperada de atenção cortou seu braço e foi ao lugar sangrando. No dia seguintes os moradores chegam no local e acharam o corpo seco e ao redor o sangue por toda parte, o garoto foi velado e enterrado e a partir daquela dia todas as noites de sexta choviam gotas avermelhadas.

04.26.12 ♥ 0

‘’Uma louca psicótica, a beira de um suicídio, tentando ter a razão de tudo. Por um momento, não adiantava mais falar com Deus, nem mesmo com o diabo. Queria entender o que estaria acontecendo naquela pequena mente perturbada.

Encontro-me sentada na cadeira de uma sala. Um homem alto entra e me pergunta o que estaria havendo. Logicamente eu não conseguia responde-lo, apenas uma coisa rondava meus pensamentos. Um sonho talvez, quem sabe era de verdade? Uma pequena menina de cabelos longos, rosto angelical, vestes brancas, com um pequeno urso nas mãos. Olhava fixamente para mim, com olhos de piedade, nada de sua boca saia. Medo definia o que aquela criança era. Será que era um sinal? Algo significava aquilo? Aquela garotinha não saia de minha mente. Estava ficando louca, estava explodindo, caindo, desaparecendo…  Noites e noites pensando naquilo, dias se passavam, ate que certa vez, no meio da noite acordei assustada, um barulho altíssimo vindo de um dos quartos, corri para ver o que era, não conseguia ver nada, além de algumas coisas caídas no chão. Eu realmente esta conturbada com a situação, pensava em que aquilo era apenas coisa de minha cabeça, um medo fútil que iria passar assim que esquecesse aquilo.

Pensando positivamente, passava meus dias, mas de vez em quando eu ainda lembrava daquela noite. Então, certo dia eu guardei meus livros escolares em uma estante no quarto, fechei as janelas dos quartos e deitei em minha cama, já estava dormindo profundamente quando algo puxa grosseiramente o lençol que me cobria, despertei e vi que não estava mais encima de mim, estava jogado no chão, pensei na hora que ele pudesse ter caído naturalmente enquanto dormia. Mas assim que puxei o lençol alo puxou com força minha perna, eu gritei desesperada, e pararam de puxar. Chorando muito eu acendi a luz e olhei para todos os cantos do quarto, peguei uma faca e coloquei ao meu lado. Nunca irei esquecer aquela noite, noite digna de um filme de terror. Talvez aquilo seja coisa de minha cabeça, como disse no começo sempre fui perturbada. Eu sempre fui fria e sensível ao mesmo tempo, feliz e triste, boa e ruim. As pessoas tem medo de mim, meus olhos mostram meu lado ruim, por isso evito fazer contato visual com as pessoas. Eles escondem muitas coisas. Tento entender o que a vida tenta me mostrar com isso, eu seria usada para algum tipo de comunicação paranormal? Algum aviso? Na verdade eu sempre me pego perguntando isso a mim mesma, mas nenhuma resposta consegue me fazer entender o porquê disso.

Após isso, todos os dias partes do meu corpo apareciam misteriosamente cortadas e foi ai que comecei a ser uma psicótica bipolar. Podemos dizer que eu tinha o corpo aberto para muitas coisas, não sei ao certo se boas ou ruins, mais aquilo me consumia ,uma questão sem fim e que hoje me faz refletir.

Muitas pessoas perguntam o porquê da Naara ser tão perturbada, medrosa e sem sentindo, pois respondo a elas: Quando você encontrar um ponto de loucura, será mais fácil entender uma louca psicótica igual a mim. Porque não vem ao meu mundo? Mundo onde a fantasia se mistura com a realidade. ‘’

03.27.12 ♥ 2

CONTO XXI

Já é de conhecimento comum que todo ser-humano, como todo animal, tem suas necessidades fisiológicas, ele precisa comer, tomar água, fazer sexo, jogar tudo pra fora e etc, mas seria isso uma regra geral? deveria essa regra ser obedecida a risca? e quem não seguisse a regra deveria ser punido? Não, não e não.

Muitas pessoas sofrem de distúrbios alimentares, no caso de uma em especial, esses distúrbios faziam com que sua capacidade de fome fosse inibida, ele se sentia realmente mal por ser quase esquelético, não se alimentar direito e não se relacionar, mas isso mal afetava a sua paixão pela arte, todo e qualquer tipo, artes plásticas, visuais, auditivas, só de estar fazendo ou vendo e ouvindo ele se alimentava dela, o que fazia ele feliz, o que incomodava as outras pessoas, pessoas que nunca seriam apaixonados por algo ou alguém tão verdadeiramente quanto ele, que o importunava sem nenhum mínimo de pena, palavrões, agressões e tudo mais.

Nada nem ninguém tirava o que ele mais valorizava, a forma como ele vivia, mas aquele estilo de vida quase perfeito seria alterado. Em mais um dia desgastante de aula, ele foi preso de propósito por seus colegas no depósito de materiais da escola e em um terrível dia, uma explosão aconteceu no colégio, e houve o desabamento das estruturas fazendo com que ele não pudesse sair de lá.

Depois do salvamento das poucas vítimas, a equipe de resgate se prontificou de fazer a lista de desaparecidos, ninguém foi listado porque as mesmas pessoas que prenderam-no informaram que ele havia matado aula e que ele estava sobre o efeito de drogas.

Depois de 21 dias, as equipes de reconstrução tiveram acesso ao depósito e encontraram o garoto ainda vivo e sem ferimentos graves ou desidratação, o que seria impossível se não fosse os papéis, canetas, tintas, instrumentos musicais que estava, naquele depósito.

03.24.12 ♥ 0

Estive passando por problemas e resolvi desabafar de uma forma obscura.

O que seria essa psicose dentro de min que veem num momento mais inoportuno? Seria só meu subconsciente me dando uma descarga de energia, ou seria a falta dela? E as supra-renais, porque não estão realizando suas funções, porque o coração físico reage junto ao emocional? Porque meu sistema linfático precisa reagir toda hora a velhos invasores? Porque todo armazenamento do meu cérebro está se perdendo? Onde está a fantasia que eu fiz, a fantasia mais sincera e mentirosa que alguém poderia conhecer? Porque está tudo se perdendo, esvaziando, desenchendo? Porque não paro de me perguntar e começo a dar pontos de exclamação à tantas perguntas? Porque o meu corpo e meu cérebro estão reagindo ao recente trauma que tive, eu entrei dentro da minha própria casca pra saber o que eu realmente quero, e os monstros que estavam lá me machucaram um pouco. Mas eu não desisti, eu ainda tenho meus sonhoso e neurônios com sistemas receptivos que se adaptam aos meus interesses, e seu eu quero eu irei conseguir!

A vida é uma longa estrada, isso já está “clichesado” mas quase ninguém sabe que se viaja com dois carros, em duas direções e que quanto mais longe vai, mais racha   as matrizes de realidade e sonho, fazendo a loucura vazar ferventemente, causando dor e insegurança, mas eu aprendi que todo esse material que vaza é proveniente de min mesmo, não se aplica as leis da física e eu pode solidificar mesmo estando fora da temperatura correta, e é isso que estou fazendo, concertando as paredes de realidade e sonho com a forte liga de loucura.

03.15.12 ♥ 0

Ela era uma menininha perdida no mundo, fechada em seu pequeno mundo preto e branco, na qual cores não permaneciam ou muito menos existiam. Sua vida era marcada de mágoas, mas as quais ela tentava esquecer. Com o tempo ela não sabia ao que recorrer, e tinha os pulsos como saída, mesmo assim ainda sonhava com o dia em que encontrara a verdadeira felicidade mesmo que o mundo lhe mostrasse que a idéia de que tudo estava perdido, fosse real. A dor foi amenizando. Mas o tempo, aah o tempo fez questão de testar suas forças mais uma vez. Trouxe a dor novamente e ela não agüentou recorreu aos pulsos…mas pela última vez. O sangue que se foi levou a lembrança de uma vida marcada pelo sofrimento e pela dor, levou embora tudo de ruim que naquele coração residia e todas as magoas que guardava quando uma lágrima caía. Selando assim a passagem de uma vida sofrida, para uma vida cuja estrada caminhasse rumo a felicidade e a busca de uma razão pra viver. O tempo passou, a felicidade bateu em sua porta e ela ingenuamente abriu e viveu intensamente com o plano de que aquele momento jamais pudesse acabar. A dor não teve espaço naquela vida. Meia volta algumas turbulências batiam a sua porta porém ela não se deixou abater. Ela finalmente encontrara a felicidade e a razão de viver juntas lado a lado resumida em uma só coisa. Se deu conta que com ar nos pulmões, uma dose de fé e esperança ela tinha tudo que precisava. Traçou uma meta a qual só pararia até conseguir. Não desistiu. Errou ? Sim. Chorou ? Sim. Caiu ? Também. Mas finalmente conseguiu acertar. No fim, notou que todas as mágoas, os sofrimentos, as pancadas que a vida lhe dera se tornariam um dia, parte de tudo que ela é e que forças não lhe faltariam pra continuar. Naquele momento, naquele instante o mundo era seu. E ninguém poderia lhe parar. Hoje se alguém lhe perguntar: Quem é você ? E o que faz aqui ? Ela responde com absoluta certeza: Thayna Dinelly, uma simples aprendiz da vida. Mas o que eu faço aqui ? Aaah isso eu não sei, mas tenho absoluta certeza de que tudo que vivi até agora VALEU A PENA. Tenho comigo a felicidade e a razão de viver bem do meu lado, resumidas em uma palavra, uma dose de fé e coragem, um sorriso sincero no rosto, algumas piadas na mente, algumas folhas de papel em branco, um coração palpitando forte a cada segundo e a vontade de sempre buscar o melhor. E isso basta.

CONTO XX

Sofrimento mútuo é mais comum do que se imagina, se é que alguém se importa se as pessoas sofrem no mundo ou não, pra falar a verdade, toda dor psicológica é como uma faca, que vai cortando a pessoa constantemente até dividi-la, em duas, em três, em quatro, ou em pedaços tão pequenos que se perdem do mundo dos vivos.

Não se sabe nem quando, nem como, uma dessas facas cortou o cordão umbilical que ligava a infância e a adolescência de um garoto, ele mal se lembrava da infância, toda sua personalidade infantil foi perdida do mundo em que vivemos, mas uma outra faca cortou a parede dos mundos, e o garoto sem perceber já estava encantado.

Na sua casa, sozinho ele viu um garoto que nunca tinha visto antes, ele se assutou e perguntou:

- Quem é você, você mora onde?

E a resposta:

- Aqui, sempre morei aqui!

Ele perguntou mais uma vez:

- Então você está morto?

E o garoto respondeu:

- Basicamente!

Depois de muita desconfiança e cautela, eles se aproximaram, parecia mais uma história comum de alguém que tem um amigo do mundo espiritual, mas toda maestria desse contexto deve-se a um só cérebro.

Quando o garoto foi tomar banho, sozinho, o garotinho foi a ele e perguntou:

- Cadê a mancha do seu pintinho?

Ele respondeu:

- Mas o quê? Que mancha?

Garotinho:

- Aqui você sempre teve, por acaso você já viu suas fotos de quando era pequeno? Ou pelo menos você se lembra de quando você era pequeno?

Garoto:

- Não!

Garotinho: Pois bem estou aqui pra te lembrar!

02.20.12 ♥ 0

CONTO XIX

15 anos já é o suficiente pra se viver uma vida bem vivida, dá pra aprender vários idiomas como inglês, espanhol, francês, mandarim, latim, dá pra aprender linguagem de libras, dá pra conhecer lugares do mundo todo, bem isso, parece loucura ou uma coisa quase impossível, mas um adolescente que está em estado vegetativo desde que nasceu conseguiu fazer esses méritos.

Fisicamente falando, ele quase nunca siau do seu quarto, mas seu corpo não era um prisão, era apenas um porto onde ele descansava o dia todo para fazer sua longa viagem noturna espiritual, ele mal se queixava da sua condição, mesmo não tendo quase comunicação nenhuma com as pessoas do mundo, devia ser essa condição que o tornava tão especial e livre dos esteriótipos de vida.

Em mais uma viagem maluca que ele fez pelo mundo, ele se viu em um empasse, não conseguia encarnar de volta no seu corpo, fez de tudo pra tentar entrar de volta, ele não desistiu, ficou ali vigiando o corpo até sua mãe acordar pra dar assistência, quando a mãe viu que seu filho não estava normal, ligou para o médico, que deu o atestado de óbito ali mesmo, poderia ser uma história trágica e incompreensível, mas não foi e nunca será do ponto de vista de quem assistiu aquilo tudo onisciente.

02.10.12 ♥ 1

CONTO XVIII

Em uma expedição a um deserto, um grupo de amigos se vê perdido, depois que o guia tem um infarto no meio do caminho, nenhum aparelho de comunicação dava sinal por lá, e todos que estavam ali eram estudantes e sem nenhuma experiência com a vida no deserto. Eles não poderiam ficar parados esperando a morte, tinham que ir atrás de socorro, a maioria optou por reconstituir o caminho de volta, mas um único rapaz que estava ali, decidiu se guiar pelo sou, ninguém botou fé nele e ele foi sozinho a jornada oposta a das outras pessoas do grupo.

o grupo principal teve algumas dificuldades, mas logo encontraram uma tribo, cuja a qual deu comida, água e muito luxo pro local, a comunicação entre os nativos era mínimas, além de algumas raras palavras eles só usavam gestos pra esclarecer dúvidas.

Já o solitário rapaz, passou duas noites no deserto, seguindo pelo seu quase instinto, ele teve que beber urina, comer animais recém-mortos e até dormir em uma carcaça de camelo, foi duro, mas ele conseguiu, encontrou uma cidade de porte médio, ligou pra casa, avisou a família que estava tudo bem, mas em seguida ele se perguntou, onde estava os outros expedicionários, quando chega correndo um caçador desesperado dando a notícia que um grupo de turista haviam sidos introduzidos num ritual canibalista da “Tribo Que Não Segue o Sol”.

01.23.12 ♥ 7

CONTO XVII

O que geralmente se espera de uma criança traumatizada pela morte de um ente querido é que ela fique triste, e magoada por algum tempo mas que esqueça aos poucos e recupere a sua infância de volta, mas isso é um equivoco, não dá pra se esquecer de alguém que está nas suas estruturas humanas, que é tão importante como um osso, dá pra se adaptar e tirar coisas boas dessa turbulência, e foi isso o que aconteceu com um desconhecido “monstrinho”.

Ele havia crescido e ainda não se adaptou ao mundo, desculpe, correção: Ele havia crescido e o  mundo ainda não se adaptou a ele, mesmo assim mantinha seu caráter, sua honestidade, seus valores e seu sonho - sua tia havia morrido de leucemia, devido a falta de doadores, e esse era o seu sonho, ser doador de medula.

Depois que descobriu que sua recente ídola passava pelo mesmo problema da sua antiga ele não exitou em se cadastrar no banco de dados, estava parecendo que tudo ia dar certo, mas havia outro doador que também foi selecionado para a seleção, esse outro doador tinha mais compatibilidade e por isso foi escolhido. Foi a gota da d’água para aquela subway kid que não conseguiu lhe dar com essa situação de forma saudável, sucumbiu a pressão da sociedade, se poes no lugar onde eles queriam, usou de tudo para se drogar, até as plantinhas da sua mãe foram alvo da loucura.

Tantas substancias fizeram com que seu organismo entrasse em pane e ele teve que ser internado as pressas por overdose, ele ficou no limite de morte e mesmo desacordado conseguiu ouvir da boca de sua mãe que a medula de sua ídola foi rejeitada e que ele era o próximo da fila, mas como nem tudo são histórias de final feliz onde os personagens se encontram no final pra viverem feliz, ele não resiste e morre por morte encefálica. 

01.17.12 ♥ 7